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terça-feira, outubro 29, 2013

Caravana Agroecológica do Leste Paulista

 
Foram publicadas as Portarias que colocam em consulta pública as revisões das IN 46 e IN 54, sobre a LEI dos SISTEMAS ORGÂNICOS DE PRODUÇAO.
As normas vigentes, para comparação, podem ser encontradas no sítio do MAPA, em: http://www.agricultura.gov.br/desenvolvimento-sustentavel/organicos/legislacao
 Os projetos de IN em consulta pública podem ser vistos em:
Link para a publicação no DOU, do projeto de IN alterando a IN 46:
http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=3&data=14/10/2013
Link para a publicação no DOU, do projeto de IN que substitui a IN 54:
http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=10&data=14/10/2013
Para contribuições, seguem orientações:
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) publicou no Diário Oficial da União, nesta segunda-feira, 14 de outubro, 2 projetos de Instrução Normativa (IN) que estão submetidos à consulta pública por um período de 30 dias.
O objetivo da consulta pública é permitir a ampla divulgação dos projetos de Instrução Normativa e a participação de todos os interessados, da sociedade e da rede de produção orgânica, por meio do encaminhamento de contribuições.

As sugestões, devidamente fundamentadas, poderão ser enviadas pelos correios, para a Coordenação de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - COAGRE/DEPROS/SDC/MAPA, situada na Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo B, sala 152, CEP 70043-900, Brasília-DF, ou por e-mail, para os endereços eletrônicos a seguir, conforme o assunto:

1. Regulamento Técnico para os Sistemas Orgânicos de Produção: organico.consulta46@agricultura.gov.br
Projeto de Instrução Normativa com a finalidade de alterar a redação da Instrução Normativa no 46, de 6 de outubro de 2011, que estabelece o Regulamento Técnico para os Sistemas Orgânicos de Produção, bem como as listas de substâncias e práticas permitidas para uso nos Sistemas Orgânicos de Produção.

Anexos: Portaria e Projeto de Instrução Normativa

2. Comissões da Produção Orgânica: organico.consulta54@agricultura.gov.br
Projeto de Instrução Normativa que regulamenta a Estrutura, Composição e Atribuições das Comissões da Produção Orgânica nas Unidades da Federação e a Subcomissão Temática de Produção Orgânica.
 

terça-feira, junho 18, 2013

Néctar do campo

Atualizamos a página dos "Morangos".
Visite aqui: www.nectardocampo.blogspot.com e conheça um pouco de nosso projeto rural!


O néctar, ou amṛita, do sânscrito significa "imortal", e é associado a um símbolo sagrado de sabedoria, iluminação espiritual e também da cura e renovação da vida.

Normalmente o néctar é aproveitado por certos animais (insetos, aves e mamíferos) como fonte de água e carboidratos, e estes animais procuram as plantas nectaríferas para sua alimentação. Em contrapartida, muitas espécies vegetais apresentam glândulas de néctar (nectários) nas suas flores, de maneira que, ao visitar esta fonte de néctar, o animal fatalmente irá esbarrar nas anteras e carregar o pólen para outras flores, efetuando assim a polinização. Esta relação mútua entre plantas e animais, intermediada pelo néctar, tem evoluído e uma miríade de espécies vegetais e animais, com as mais variadas adaptações morfológicas, surgiram assim sobre a Terra. Fonte:Wikipédia

quarta-feira, março 13, 2013

O que rola por aí...

 


 Curso: VIRTUDE DA PLANTA
PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS

Aspectos do uso terapêutico e do cultivo orgânico
Organização:
Dra. Eloísa Cavassani Pimentel de Magalhães- Médica- Clínica CHAI
Prof. Dr. Pedro Melillo de Magalhães- eng. Agrônomo- CPQBA-UNICAMP

23 de março de 2013 (sábado)

PROGRAMA
Recepção e entrega de material- 8:30- 9:00
1
1. Da Planta ao Medicamento –9:00 às 12:00 (Prof Dr Pedro)
- Prática de observação de plantas medicinais
- Bases para a produção sustentável de plantas medicinais
- Qualidade nas operações de cultivo orgânico e secagem- estudo de casos
- Demonstração de busca em sites específicos (on-line)
                                                                  
Almoço – 12:00 às 13:00 (não incluso)
 
2. . O Caminho da Fitoterapia13:00 às 16:30 (Dra Eloísa)
- Histórico do uso, saber popular e medicina tradicional, pesquisas recentes
- Conceitos fundamentais no uso de plantas medicinais
- Fitoterapia em Serviço Público: exemplos e estratégias de implantação
- Fitoterápicos mais utilizados em enfermidades frequentes
- Aplicações práticas e auto-cuidado- uso das plantas no dia-a dia

4. Avaliação e certificado- 16:30 às 17:00
 
PÚBLICO ALVO: estudantes e profissionais da Saúde

INSCRIÇÕES ANTECIPADAS até 20/03/13

INVESTIMENTO   R$ 200,00
Desconto 10% para estudantes e servidores públicos (somente antecipado)

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
Espaço Spiralis – Ecomercado Avis rara
Rua Rei Salomão, 295 - Sousas - Campinas     Fone:
(19) 3258-8241 / 3258-9224
spiralis@avisrara.com.br http://www.avisrara.com.br

Realização: CLÍNICA CHAI
saudechai@gmail.com    www.eloisapimentel.com.br

 

 

segunda-feira, novembro 26, 2012

Comissão Nacional de Agroecologia

Comissão Nacional
da Política Nacional de Agroecologia
é oficialmente instalada
 
Foto: Liz Pires/SG
       Foi oficialmente instalada nesta terça-feira (20/11), no auditório do anexo do Palácio do Planalto, em Brasília, a Comissão Nacional da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, responsável por articular governo e sociedade civil na elaboração do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. A solenidade contou com a presença dos ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), Pepe Vargas (Desenvolvimento Agrário), Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e Mendes Ribeiro (Agricultura), além de representantes da sociedade civil.
       De acordo com Gilberto Carvalho, a ambição do governo federal é mudar a cultura tanto dos produtores como dos consumidores no incentivo do cultivo de produtos orgânicos. “O que queremos é mudar a lógica, o modo de vida, o consumo e a propriedade, possibilitando incluir os sem terra, indígenas e quilombolas” disse o ministro. Carvalho afirmou que a presença dos ministros na solenidade demonstra que “o governo está fazendo uma escolha” e lembrou que o papel da Secretaria-Geral da Presidência da República na Comissão é “possibilitar a participação”. “Este trabalho não pode ser feito sem a sociedade”, concluiu.
       O ministro Pepe Vargas (Desenvolvimento Agrário) lembrou da necessidade de reforçar a pesquisa e a produção de conhecimento da agricultura orgânica e da agroecologia. O ministro afirmou que é essencial que os ministérios envolvidos possam construir políticas públicas voltadas para a comercialização, produção e capacitação. Já a ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) lembrou do esforço do governo em conciliar o social e o ambiental. “O Brasil não precisa ser campeão do uso de agrotóxicos para produzir alimentos para o mundo”, disse. “É preciso mostrar à sociedade brasileira que podemos implementar a produção de alimentos protegendo o meio ambiente, desde a questão da água até o uso excessivo de agrotóxicos”, concluiu.
       Selvino Heck, secretário-executivo da Comissão, representando a Secretaria-Geral da Presidência da República, enfatizou os objetivos centrais dos trabalhos. “Nossa meta é promover a participação da sociedade na elaboração do Plano e da Política de Agroecologia”. A Comissão é formada por representantes de 14 órgãos e entidades do Executivo federal e por 14 entidades titulares e 14 entidades suplentes representantes da sociedade civil.
       Sociedade Civil - O representante do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Francisco Dal Chiavon, afirmou que é preciso fazer mudanças no modelo de produção agrícola para implementar a agroecologia. Segundo ele, a alimentação é questão de segurança nacional e que o Estado tem papel fundamental em construir um novo sistema que incentive a produção orgânica. Romeu Leite, integrante da Câmara Temática da Agricultura Orgânica, ressaltou que a criação da Comissão é um momento histórico. Leite, entretanto, citou algumas dificuldades a serem enfrentadas pelos produtores orgânicos, como a falta de sementes, já que no mercado só se encontram sementes transgênicas, a ausência de capacitação e de assistência técnicas.
       Decreto da presidenta Dilma Rousseff instituiu em 21/08/12 a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO). O documento prevê a elaboração de um plano com metas e prazos a serem cumpridos pelo governo federal e determinou elementos como a concessão de crédito, seguro, assistência técnica e pesquisa para ampliar a produção de base agroecológica no Brasil.
       A Política Nacional de Agroecologia foi formulada de forma participativa, com engajamento da sociedade civil. Além da incorporação das pautas de movimentos sociais, a participação da sociedade civil se deu por meio de um seminário nacional e cinco seminários regionais coordenados pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) e pela Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), com apoio do Ministério do Meio Ambiente. As Comissões Estaduais da Produção Orgânica (CPOrg) e a Câmara Temática da Agricultura Orgânica (CTAO) também integraram o processo. Participam ainda entidades como Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Movimento de Trabalhadores Sem Terra (MST), Movimento de Atingidos por Barragens (MAB), Movimento de Pequenos Agricultores (MPA), Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) e Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), além de técnicos de vários ministérios e órgãos públicos.
       Em maio deste ano, a Secretaria-Geral da Presidência da República, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, implementou o Plano de Mobilização e Participação Social para a Agroecologia. Foi promovido o encontro ‘Diálogos Governo e Sociedade Civil’ para debater o conteúdo do decreto, a estrutura de governança da política e colher subsídios para o Plano. Um grupo de trabalho composto por dez ministérios e órgãos públicos, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, consolidou a proposta.
       Histórico - A pauta de incentivo à produção orgânica é reivindicação de diversos movimentos sociais do campo e foi apresentada à presidenta Dilma Rousseff durante a Marcha das Margaridas de 2011. Promovida pela Contag, a Marcha contou com a participação de 70 mil trabalhadoras. Na ocasião, a presidenta Dilma Rousseff assumiu o compromisso de determinar que o governo construísse uma política de agroecologia em diálogo com os movimentos sociais. A iniciativa atende também às demandas da juventude rural apresentadas durante a 2ª Conferência Nacional da Juventude, com iniciativas que articulam formação, troca de experiência e fomento direto a práticas para fortalecer a geração de renda.
       Vantagens - De acordo com dados do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), a produção agroecológica e orgânica é livre de agrotóxicos e prima pelo uso racional dos recursos naturais, como a água e o solo. A Política beneficia principalmente a agricultura familiar, maior produtora de orgânicos e produtos agroecológicos do país. O mercado para estes produtos vem crescendo a taxas de dois dígitos no país e no mundo. No Brasil, o mercado expande cerca de 20% ao ano – acima da taxa mundial, de 15%. O mercado nacional ainda tem bastante espaço para crescer – hoje são aproximadamente R$ 400 milhões, valor ainda pequeno se comparado aos mais de R$ 80 bilhões do mercado externo. Com maior estruturação, os agricultores familiares podem exportar seus produtos. O MDA estima que existam no país mais de 90 mil produtores agroecológicos, dos quais 85% são agricultores familiares.




Secretaria-Geral da Presidência da República

quarta-feira, novembro 07, 2012

Primavesi e Agroecologia

Pra quem ainda não conhece a mestra/doutora, etc.... brasileira da Agroecologia agora em novembro haverá uma grande homenagem à ela.
Postei aqui também sobre ela...
 
Aqui abaixo vão algumas divulgações mais frescas que compartilho...:


 
 AGROECOLOGIA E SUA EPISTEMOLOGIA

Ricardo Serra Borsatto e Maristela Simões Do Carmo


  • CARTILHA:  Produção e Consumo Sustentáveis...
O Ministério do Meio Ambiente recém lançou uma cartilha sobre este tema:
http://www.mma.gov.br/publicacoes/responsabilidade-socioambiental/category/90-producao-e-consumo-sustentaveis

  • CURSO DE IDENTIFICAÇÃO E COLETA DE SEMENTES DE ÁRVORES NATIVAS DO BRASIL:
 
 
 

terça-feira, agosto 21, 2012

PNAPO - Política Nacional da Produção Orgânica


DECRETO No- 7.794, DE 20 DE AGOSTO DE 2012



Institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.



A PRESIDENTA DA REPÚBLICA

, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput,

incisos IV e VI, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 50 da Lei nº 10.711, de
5 de agosto de 2003, e no art. 11 da Lei nº 10.831, de 23 de dezembro de 2003,



D E C R E T A :



Art. 1º Fica instituída a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica - PNAPO, com
o objetivo de integrar, articular e adequar políticas, programas e ações indutoras da transição agroecológica
e da produção orgânica e de base agroecológica, contribuindo para o desenvolvimento sustentável
e a qualidade de vida da população, por meio do uso sustentável dos recursos naturais e da
oferta e consumo de alimentos saudáveis.
Parágrafo único. A PNAPO será implementada pela União em regime de cooperação com
Estados, Distrito Federal e Municípios, organizações da sociedade civil e outras entidades privadas.
Art. 2º Para fins deste Decreto, entende-se por:
I - produtos da sociobiodiversidade - bens e serviços gerados a partir de recursos da biodiversidade,
destinados à formação de cadeias produtivas de interesse dos beneficiários da Lei nº 11.326,
de 24 de julho de 2006, que promovam a manutenção e valorização de suas práticas e saberes, e
assegurem os direitos decorrentes, para gerar renda e melhorar sua qualidade de vida e de seu ambiente;
II - sistema orgânico de produção - aquele estabelecido pelo art. 1º da Lei nº 10.831, de 23 de
dezembro de 2003, e outros que atendam aos princípios nela estabelecidos;
III - produção de base agroecológica - aquela que busca otimizar a integração entre capacidade
produtiva, uso e conservação da biodiversidade e dos demais recursos naturais, equilíbrio ecológico,
eficiência econômica e justiça social, abrangida ou não pelos mecanismos de controle de que trata a Lei
nº 10.831, de 2003, e sua regulamentação; e
IV - transição agroecológica - processo gradual de mudança de práticas e de manejo de
agroecossistemas, tradicionais ou convencionais, por meio da transformação das bases produtivas e
sociais do uso da terra e dos recursos naturais, que levem a sistemas de agricultura que incorporem
princípios e tecnologias de base ecológica.
Art. 3º São diretrizes da PNAPO:
I - promoção da soberania e segurança alimentar e nutricional e do direito humano à alimentação
adequada e saudável, por meio da oferta de produtos orgânicos e de base agroecológica isentos
de contaminantes que ponham em risco a saúde;
II - promoção do uso sustentável dos recursos naturais, observadas as disposições que regulem
as relações de trabalho e favoreçam o bem-estar de proprietários e trabalhadores;
III - conservação dos ecossistemas naturais e recomposição dos ecossistemas modificados, por
meio de sistemas de produção agrícola e de extrativismo florestal baseados em recursos renováveis, com
a adoção de métodos e práticas culturais, biológicas e mecânicas, que reduzam resíduos poluentes e a
dependência de insumos externos para a produção;
IV - promoção de sistemas justos e sustentáveis de produção, distribuição e consumo de
alimentos, que aperfeiçoem as funções econômica, social e ambiental da agricultura e do extrativismo
florestal, e priorizem o apoio institucional aos beneficiários da Lei nº 11.326, de 2006;
V - valorização da agrobiodiversidade e dos produtos da sociobiodiversidade e estímulo às
experiências locais de uso e conservação dos recursos genéticos vegetais e animais, especialmente
àquelas que envolvam o manejo de raças e variedades locais, tradicionais ou crioulas;
VI - ampliação da participação da juventude rural na produção orgânica e de base agroecológica;
e
VII - contribuição na redução das desigualdades de gênero, por meio de ações e programas que
promovam a autonomia econômica das mulheres.


terça-feira, junho 05, 2012

Mais Agroecologia...


Boletim da Articulação Nacional de Agroecologia - Número 1 - Maio de 2012
A Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) está desenvolvendo uma estratégia de comunicação para dar visibilidade aos debates e iniciativas do campo agroecológico brasileiro. Acreditamos que não adianta criticar a ausência do tema na grande mídia sem propor uma alternativa e produzir informações capazes de romper os bloqueios, que são parte da ofensiva ideológica do agronegócio para se apresentar à sociedade como o único caminho possível.
Precisamos avançar no campo da comunicação, visibilizar práticas, disputar ideias e valores, mostrar que outro modelo de desenvolvimento para o campo e a agricultura é possível, e que iniciativas ricas já estão em curso em todo o país. Temos clareza que o desafio do campo agroecológico é essencialmente político, e portanto uma estratégia ousada de comunicação é fundamental.
Recentemente, reformulamos a página da ANA (www.agroecologia.org.br) e criamos uma página no Facebook, a fim de multiplicar informes, notícias e documentos. Visitem! Indiquem aos amigos! Há dois meses um jornalista está trabalhando na secretaria executiva, produzindo matérias sobre a ANA, e divulgando as informações de organizações e redes de nosso campo.
Sintam-se convidados a produzir e enviar notícias, documentos, reportagens, vídeos, matérias.
Este boletim é mais uma ferramenta para rompermos o cerco midiático em favor do agronegócio e abrir caminhos mais férteis para o campo agroecológico brasileiro. Para iniciarmos este trabalho, trazemos, entre outras, matéria sobre a construção da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Esperamos que gostem.
Saudações agroecológicas,
Denis Monteiro (secretaria executiva da ANA) – secretaria.ana@agroecologia.org.br

quinta-feira, abril 05, 2012

Agora no mato....Sítio Jaguari - Amparo - SP


Muita coisa mudou... os ares, as inspirações, os trabalhos, os caminhos.... 
                                   
... os alimentos...
... temos goiabas, mangas, laranjas e....morangos!!!
...Com muito serviço,




....direcionado Àquele que nos permitiu que tudo isso pudesse acontecer! 

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Perspectivas à produção orgânica e agroecológica 2012!!!

Governo federal define investimentos para produção de agroecológicos e orgânicos em 2012


Ministério do Desenvolvimento Agrário pretende criar marco legal

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) acaba de definir metas para investimento na produção de alimentos agroecológicos e orgânicos no Plano Plurianual do Governo Federal (2012-2015). Entre elas estão a construção do marco legal, a promoção e o acesso a mercados e o investimento em ciência e tecnologia.

Para 2012, o MDA pretende aumentar a base produtiva orgânica por meio do fortalecimento das redes e das organizações que atuam com agricultura familiar, e incrementar a comercialização nos mercados institucionais e privados voltados para o setor. Outro desafio é ampliar a regularização dos produtores ao marco legal de orgânicos do Brasil, e com isso dar mais força a esses produtores nos principais mercados consumidores.

O governo federal desenvolveu uma legislação moderna para regulamentar a certificação e a produção de agroecológicos no Brasil. Ela leva em consideração as necessidades dos agricultores familiares, e entrou em vigor este ano. Com a legislação, o agricultor terá de cumprir as adequações da lei e, para garantir a aplicação da lei, o MDA põe técnicos à disposição dos agricultores familiares para efetivar a certificação. Dos 90 mil produtores do País, 20 mil estão certificados –, explica Arnoldo de Campos, diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor da Secretaria da Agricultura Familiar do MDA (DGRAV/SAF/MDA).

O consumo de alimentos orgânicos está crescendo no Brasil. Dados do setor dão conta de que o ritmo desse crescimento é de 20% ao ano, e a demanda por esse tipo de alimentação livre de agrotóxicos tem se tornado tão intensa que, nos últimos três anos, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) investiu mais de R$ 39 milhões para impulsionar a produção de 87,4 mil agricultores familiares do país envolvidos com agricultura orgânica e agroecológica.

quarta-feira, junho 22, 2011

Sexta na Estação - Feira, oficinas, debates, cinema

Sexta na Estação GUANABARA
Projeto da Rede de Agroecologia da UNICAMP
Todas às sextas, na sede da Rede, no CIS- Guanabara
Bairro Guanabara- Campinas

sexta-feira, junho 10, 2011

VI Congresso Brasileiro de Agroecologia



Ética na Ciência: Agroecologia com paradigma para o desenvolvimento rural
12. – 16. de dezembro de 2011, Fortaleza - Ceará


    A Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) vem realizando desde 2003 o Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), ganhando cada vez mais importância em nível nacional e internacional. A sétima edição do Congresso Brasileiro de Agroecologia (VII CBA) será realizada na cidade de Fortaleza, capital do Estado do Ceará, numa parceria entre a Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), o Governo do Estado do Ceará, através da Secretária de Desenvolvimento Agrário (SDA), a Universidade Federal do Ceará, através do Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências, Centro das Humanidades e Centro de Saúde, a Universidade Estadual do Estado do Ceará (UECE), a Empresa de Assistência Técnica de Extensão Rural do Ceará (EMATER - CE), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) – com suas Unidades no Nordeste - Agroindústria Tropical, Tabuleiros Costeiros, Semiárido, Algodão e Ovino Caprinos - a Federação dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais no Estado do Ceará (FETRAECE), a Fundação Konrad Adenauer, o Núcleo de Trabalho Permanente em Agroecologia da Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), o Fórum Cearense pela Vida no Semiárido, a Rede Cearense de ATER, a Associação da Rede Cearense de Agroecologia – ARCA e outras entidades.
   O VII CBA tem o objetivo de promover o intercâmbio entre cientistas, estudantes, agricultores familiares e suas representações, organizações não-governamentais, instituições governamentais, movimentos sociais do campo e da cidade, fomentando a construção do conhecimento agroecológico por meio do diálogo dos saberes acadêmicos e dos (das) agricultores (as) de forma holística.
    O VII CBA proporcionará uma articulação maior da Agroecologia no Nordeste e no Brasil, dando visibilidade aos projetos exitosos, que poderão ser referências para outros estados e regiões do país e impulsionando trabalhos acadêmicoempíricos nas Universidades e instituições de pesquisa e extensão.
    O prazo para a inscrição de trabalhos técnicos-científicos e experiências agroecológicas será de 01 de julho a 30 de julho.
Informações: www.ematerce.ce.gov.br/cba2011
Contato: cbagroecologia2011@gmail.com

sexta-feira, maio 27, 2011

Meio Ambiente e Agroecologia para os pequenos agricultores

Segunda-feira, 23 de Maio de 2011

Ministra do meio ambiente anuncia Programa Nacional de Agroecologia

Na audiência, o MPA reiterou a posição contrária às mudanças no Código
Florestal apresentadas pelo Deputado Aldo Rebelo, e defendeu a manutenção do
Código.

*MPA *
ministra Izabella Teixeira, com integrantes do MPA

Por Movimento dos Pequenos Agricultores - MPA

Em audiência com o MPA na quarta-feira, 19, a ministra do meio ambiente
Izabella Teixeira anunciou que irá propor à Presidente Dilma Rousseff um
Programa Nacional de Agroecologia. Segunda a ministra, esse será um projeto
estruturante, que servirá como alternativa para a transição agroecológica.
“Esse ministério tem que dialogar com quem faz uso do meio ambiente, não só
com quem defende o meio ambiente. Por isso, a agricultura familiar é central
para pensar um novo projeto de meio ambiente para o Brasil”, afirmou
Teixeira.

Antes de anunciar o lançamento do programa, a ministra ouviu o MPA e acolheu
as propostas de debate. O movimento apresentou as experiências que vem
desenvolvendo na área de agroecologia, como sistemas agroflorestais,
recuperação de sementes crioulas, reflorestamentos de espécies nativas,
recuperação de nascentes e bioenergia. O MPA defendeu um programa avançado
de agroecologia, com resgate das práticas de cultivo camponesas e com
investimentos em pesquisa e tecnologias alternativas.

Sérgio Conti, dirigente do MPA, falou sobre a Campanha Permanente Contra os
Agrotóxicos e destacou a necessidade do ministério assumir a luta contra a
aplicação de venenos na agricultura. “A Via Campesina em conjunto com outras
organizações lançou esse ano a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e
está debatendo incisivamente o tema com a sociedade. Mas entendemos que essa
pauta deve ser reconhecida e assumida pelo ministério, buscando ações
efetivas de combate ao uso de venenos”, disse Conti.

Na audiência, o MPA reiterou a posição contrária às mudanças no Código
Florestal apresentadas pelo Deputado Aldo Rebelo, e defendeu a manutenção do
Código. A ministra Izabella Teixeira deixou claro que sua posição vai ao
encontro da proposta dos movimentos sociais, e que tem feito todo esforço
para que o relatório do governo preserve a legislação atual.
MPA/EcoAgência



EcoAgência > Notícia
<http://www.ecoagencia.com.br/index.php?open=noticias&id=VZlSXRFWWNlUspFWOZlVhN2aKVVVB1TP>

Agroecologia
<http://www.ecoagencia.com.br/index.php?open=noticias&id=VZlSXRFWWNlUspFWOZlVhN2aKVVVB1TP>

E, evento de Agroflorestas em Guarulhos, neste sábado!

quinta-feira, maio 19, 2011

Compostagem e cursos Biodinâmicos

com o Professor João Carlos Ávila
Foto: Fê Freire - http://www.flickr.com/photos/fefreire/page8/
Segue texto dele, sobre a compostagem a partir dos princípios da agricultura biodinâmica, área onde sempre atuou com muita sensibilidade e dedicação:
http://www.biodinamica.org.br/artigos/compostagembiodinamica.pdf
e

 o Instituto Elo está organizando a Turma 55 do
 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO E EXTENSÃO
EM AGRICULTURA BIOLÓGICO-DINÂMICA,
com início para junho de 2011.
Informações sobre a grade do curso podem ser vistas aqui:
http://instituto.docselo.org.br/curso-agricultura-biodinamica-descricao-datas-precos/ 
realizado em Botucatu- SP.
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